Minutos com história XI

By Andreia Morais - janeiro 23, 2016


«Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair 
a imaginação», Charles Chaplin


A mesma pergunta. Respostas completamente opostas. Separamo-nos, uma vez mais, em grupos distintos. E enquanto estamos preocupados em mudar aquilo que somos, as crianças (sempre as crianças), mostram-nos o quanto nos formatamos para as imperfeições, deixando o sonho, a imaginação, o fantástico arrumados numa caixa que, por vezes, nos esquecemos de abrir.
 
O que me assusta é que muitas das inseguranças que hoje nos acompanham são a consequência de comentários que ouvimos durante a nossa infância/adolescência, por isso não é de estranhar que foquemos a nossa atenção no que é negativo. Como é que motivamos alguém a gostar de si pelo que é se nos olhamos ao espelho e não nos sentimos confortáveis com a nossa aparência?

Vivemos obcecados com uma infinidade de detalhes que, por nossa vontade, alteraríamos sem pensar duas vezes. Mas há alguém que apenas queria ter uma cauda de sereia. Descubram a perspetiva das crianças. E deixem-se maravilhar, também, pelas suas expressões!

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14 comentários

  1. Muito obrigado querida. É sempre tão bom saber que vocês acreditam em mim e nas minhas melhoras. Fico tão lisonjeado por vos ter sempre desse lado que não és capaz de imaginar!

    Meu Deus!!!! É realmente impressionante a forma como as crianças nos mostram que, a mesma realidade, pode ter dois reversos!!! Isto sim, vale a pena ver!

    NEW BRANDING POST | Ana by Herself: be different
    InstagramFacebook Oficial PageMiguel Gouveia / Blog Pieces Of Me :D

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  2. Tão verdade, somos sem dúvida o reflexo daquilo que a socidade diz e espera de nós...

    Bjxxx

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  3. Tenho mesmo de ver este vídeo! Há primeira oportunidade que tenha volto aqui e perco-me nestes minutos com história!!

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  4. Tão verdade o que escreveste. Quando vi esse vídeo fiquei a pensar no assunto, acho curiosa a diferença de respostas e a forma como perdemos a inocência quando crescemos - acho que nunca a deveríamos perder.

    joanasrverissimo.blogspot.pt

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  5. Já conhecia o video.
    A lição que tirei do mesmo foi que devemos deixar as crianças serem crianças por muito e muito tempo. Serão mais felizes na vida adulta se assim for. Quanto mais depressa crescerem, pior. E nós, adultos, nunca deveremos perder o nosso lado de criança. Torna a vida mais bela e sem tantas preocupações.

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  6. Vídeo maravilhoso amei cada detalhe
    Meu Canal: https://www.youtube.com/watch?v=WflDsh0kjCo
    Blog: http://arrasandonobatomvermelho.blogspot.com.br/

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  7. Já tinha publicado esse vídeo também. Acho-o absolutamente delicioso e ao mesmo tempo revelador das farpas que fomos deixando que nos espetassem no nosso amor próprio. Será assim tão difícil aceitarmo-nos, reconhecermos que o que realmente interessa vai além da casca que nos envolve, mas nem sempre nos protege! Citando Exupéry: "O essencial é invisível aos olhos". Um beijinho e um bom fim de semana!

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  8. Olá! Gostei muito do vídeo e da sua reflexão.
    Ao menos de vez em quando,poderíamos,ao olhar no espelho, ter olhos de criança.
    Um abraço, Sônia

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  9. Esse video é extremamente interessante pa, dá que pensar!!

    Beijinho*

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  10. Adoro estes filmes que nos deixam a pensar :D
    Bom fim-de-semana!

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  11. 3 gerações diferentes com 3 tipos de resposta e postura completamente distintas entre elas.

    Já tive complexos com a minha altura, porque é lixado só ter 1,55m numa sociedade que rotula como «normal» apenas a partir de 1,65m. Já tive complexos com o meu rabo, por ser demasiado grande. Com o meu peito por ouvir um ex meu muito amoros queixar-se que eu era muito bonita mas tinha mamas pequenas LOL já tive complexos com a minha testa porque tenho um primo que desde que me lembro faz piadas com ela porque supostamente é «grande». Já tive complexos com os meus pés porque é vergonhoso entrar numa sapataria e ter de ir à zona de criança experimentar sapatos para mim porque na zona de adulto não há o meu número. Hoje? Há pelo menos um ano que não tenho complexos nenhuns. Gosto do que vejo ao espelho porque percebi que o que estava mal não era nem nunca foi o meu corpo, a minha altura baixa, o meu rabo grande, os meus pés pequenos, a minha testa larga ou a minha falta de mamas, o que estava errado e sempre esteve (e provavelmente irá sempre estar) é a sociedade que nos pressiona de tal forma que deixa de fazer sentido. Se és muito alta é porque és muito alta, se fores baixa é porque é muito baixa... nunca vamos estar bem aos olhos da sociedade porque ela é doente.

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  12. Subscrevo inteiramente!
    Já tive imensos complexos comigo mesma. E essa foi a pior época da minha vida. Eu era completamente infeliz porque, como não gostava de mim, achava que ninguém gostava. Mas, hoje em dia, amo-me imenso. Amo-me tanto que nem ligo a comentários negativos porque aprendi a adorar aquilo que vejo no espelho. E sinto-me completamente feliz :)
    http://bloguedacatia.blogspot.pt/

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  13. Olá Andreia, ainda bem que já estou na fase em que se volta a ser criança, ser adulto só nos machuca.
    A criança é tão natural, a sociedade não a cobra tanto.
    A criança não ameaça a sociedade!
    Já tive minha fase de me aceitar, sem me preocupar com os outros, passei a me esconder e a não me aceitar, quando perdi minha liberdade.
    Aí, sim, me frustrei pelo que eu era...
    Graças a Deus me libertei dessa prisão, não me envergonho do que sou, hoje eu me amo como sou! Uma mulher feliz!
    Agradeço, tenha um excelente domingo, abraços carinhosos
    Maria Teresa

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